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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Vontade

Sabe aquela vontade do fundo da alma?
Aquela vontade que transpira pelos seus poros?
Aquela vontade que fica presa na garganta com vontade de sair como um grito?
Eu estou com essa tal vontade de me sentir única e amada, mais que qualquer outro dia!
Consegue fazer isso por mim??
Te amo!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

=)


Bom, não tão inspirada ainda pra escrever algo meu, achei um texto na internet que desconheço autoria.

"E que você sinta vontade de precisar de mim, mas não só quando houver necessidade, que você sinta isso mesmo tendo passado um dia inteiro comigo, que não veja e nem sinta as horas passando quando estiver ao meu lado, e que nunca seja o suficiente o tempo que passarmos juntos, que você sempre sinta vontade de mais, mais e mais. E que você suporte os meus defeitos e se sinta orgulhoso das minhas qualidades, e apesar de não ter uma beleza extrema, poder fazer com que você enxergue que gostar de alguém vai muito além de beleza fisica, e tentar também de algum jeito (infelizmente só tentar) fazer com que você não precise olhar em outras direções, porque seus olhos vão estar dentro dos meus. Eu quero sempre encontrar você, sejá lá aonde você estiver, e que eu consiga ser o seu perfeito, mesmo sendo imperfeito."

domingo, 1 de maio de 2011

O que você acha?

O sentido do amor

Ah!... O amor! ... Quem não viveu um amor?

Eu, você... Todos viveram, vivem e querem viver um amor. Não tem jeito não é mesmo? Queremos viver um grande amor e sempre o último.

Amor e paixão às vezes se confundem, às vezes não. Mas sempre um tem uma forte ligação com o outro, tem início, meio e fim. Juntos ou não eles chegam e vão ou não. Ou se enraízam nosso coração e vão eternamente sendo levados com a gente.

Mas como se define o amor?

Cada um de nós tem o seu próprio conceito. Cada um de nós sabe definir o sentido do amor que viveu, quer viver ou está vivendo. Acho que o amor é singular no sentido. Cada um tem o seu jeito de amar. Amor só é plural, quando é amor correspondido.

Já amamos e fomos amados. Rejeitamos e fomos rejeitados. Dos amores do presente, temos que ter mais cuidado. Fiquemos atentos às experiências do passado, para viver no futuro, aquele amor, único, de todos o mais amado.

A gente sempre sonha com aquele grande amor. Às vezes nos colocamos como adolescentes, sempre imaginando o amanhã. Fantasiando o futuro, nos vendo encontrando o grande amor da nossa vida. Aquele único. Aquele que nos acompanharia pelo resto da vida, caminhando na mesma estrada.

A gente até imagina e fantasia. Se vê -- sonhando acordado -- envelhecendo ao lado do ser amado. E continuamos sonhando com os olhos bem abertos e o coração palpitando, vivermos eternamente ao lado daquele grande e único amor. O amor da nossa vida.

E aí o amor, acaba chegando...

O amor, aquele que a gente recebe depois de tanto ser esperado. Nos deixa meio loucos. De repente nos sentimos como adolescentes. Tudo é marcado, comovente...
O primeiro encontro, o primeiro olhar. O primeiro toque na mão, o sorriso. O primeiro abraço, aquele beijo roubado. O beijo de despedida que parece durar uma eternidade. A ida pra casa, com os lábios molhados, o coração acelerado, sabendo que tem que ir, mas querendo ficar ali, parar o tempo naquele exato momento em que o beijo bem dado, nunca deveria ter acabado.

Depois, deitado, abraçado ao travesseiro, se lembra de cada detalhe vivido. Dormir?... Que dificuldade. A gente rola na cama, liga e desliga a televisão, olha o telefone, da vontade de ligar, torce pra ele tocar.

A gente dorme de cansado de esperar o sono chegar e fica triste quando acorda, e fica sem saber se sonhou com o ser amado. Será então que comigo sonhou? A gente fica um ser bobo!

E continuamos a guardar e relembrar. A primeira briga, o primeiro rosto queimando, ruborizado, queimando como fogo, puro ciúme sem motivo. Mas tudo se transforma em razão. Ciúmes é tempero da paixão. E então por causa dele... A primeira separação. A espera eterna e a correria atrás da reconciliação. A demora, a falta de paciência, o pedido para sentar e conversar e a resposta não vem, parece que nunca vai chegar.

O telefone não toca. Será que está com defeito? A gente liga pra gente mesmo, só para confirmar se ele está chamando ou não. Quando é só tirar do gancho e escutar o som intermitente... Haja impaciência...

Primeira briga, chegou a crise, reconciliação, pedido de perdão e uma drástica decisão... Daqui pra frente vou ter mais cuidado, ser mais tolerante, segurar os impulsos, controlar os ciúmes... Juro!... Juro que juro que vou mudar...

Não é assim... Ou será que não?

E como a gente vê o amor? Como é para cada um de nós o sentido do amor?

Para este aprendiz de poeta, homem e às vezes adolescente sonhador...

O amor é alegria, empatia, é todo dia.
É dormir e acordar.
É inventar.
É se olhar no espelho e mesmo em um momento sozinho, ter o ser amado ali, refletido ao seu lado.
É morrer de rir e viver assim.
É deixar partir e ficar esperando, com a certeza da volta, do reencontro.
É a troca do olhar, no se amar, no beijo na boca, é carinho e carícias, é prazer sem censura.
É andar juntos na mesma direção
É hoje eu e você e amanhá somos sempre nós
É desejar a felicidade do ser amado como se fosse da gente
É resolver problemas e nunca ser um e sim solução.
É dividir tarefas nas horas certas e incertas.
É viver na sinceridade, mergulhar na verdade.
É compartilhar e completar.
É cinema, é poema
É aprendizado, conversa séria e papo furado.
É um sorriso lindo.
É avião partindo e esperar na volta a chegada.
É enlouquecer de paixão, serenar o coração.
É ser cúmplice e parceiro, e viver cada momento por inteiro.
É também uma dança, uma festa
É o mesmo caminho, mesmo com dificuldades e espinhos
É um pouco de ciúmes na dose certa sem queixumes.
É esperança, é amizade e liberdade com respeito, sem despeito.
É ideal quando se sente a mesma coisa.
É Sintonia dos casais.

Mas se for diferente e não cantar a mesma canção. O melhor é sentar e conversar e se chegar há uma conclusão. Não precisa se ter na canção a mesma letra, mas dançar felizes a mesma melodia.

É fantasia e realidade.
É escrever todo dia e toda hora
Uma nova história de amor
É isto e aquilo.
É tudo isso e muito mais.

Acho que o amor é assim. Deve ser cuidado com uma flor e como ela ser cultivado.

Uma vez ouvi dizer que “a vida só é bem vivida e feliz quando vivida na vida de outra vida”.

E você? O que acha?

Jorge Luiz Vargas

sexta-feira, 29 de abril de 2011

s2


"Eu amo que você sinta frio quando está fazendo 21º lá fora. Amo que você leve uma hora e meia para escolher um sanduíche. Eu amo a ruguinha que você faz no nariz quando está olhando pra mim como se eu fosse maluco. Amo que, depois de ter passado o dia com você, eu possa continuar sentindo o seu perfume nas minhas roupas. E amo que você seja a última pessoa com quem eu quero falar antes de dormir à noite. E não é porque estou sozinho, e nem porque é noite de ano novo. Eu vim aqui esta noite porque quando você descobre que quer passar o resto da sua vida com alguém, você deseja que o resto de sua vida comece o mais rápido possível."

                                        (Harry e Sally - Feitos um para o Outro)

terça-feira, 26 de abril de 2011

Quando você quer...

... você me deixa assim, muito muito feliz!!


Te amo!!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Simplesmente, te amo!

Postagem de resposta ao amor da minha vida...
8 meses e nem acredito que chegaremos a um ano daqui a pouco. O tempo passa tão depressa que quando vamos perceber, passou uma vida e que vida, né?
Somos uma casal como todos os outros, com altos e baixos, mas vivendo felizes, transpassando as barreiras do dia a dia, do convívio, nos aprendendo e nos conhecendo a cada dia.
Que o nosso amor seja a base de todas as coisas, que o respeito e a lealdade nos lidere todas as manhãs, que a cumplicidade nos mantenha unidas por laços sinceros, que a compreensão nos faça reconhecer a beleza das coisas e que permaneçamos amigas e amantes por muitos e muitos anos, amém!
Te amoooooo!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

(Des)importante




Tem tanta coisa  acontecendo no mundo e a gente se apegando a bobagens. Porque o verde não é azul, eu, eu quero é que o mundo se exploda por isso. Tem tanta coisa tão maior, tão mais importante. Pessoas importantes, sentimentos importantes, lugares importantes e a gente se importando com o milésimo de segundo que chegaram atrasados.
Eu costumo acreditar que tudo que realmente importa é se somos, estamos e seremos felizes! Detalhes dependendo da forma que as coisas se desenvolve são importantes sim, mas pese cada coisa antes de fazer de um anão, um gigante.
E muitas vezes espere!
Esperar ajuda a não se precipitar tanto com as coisas, as vezes aquela bola de neve é um simples cubo de gelo.
Não procure tantos gigantes, viva bem, viva simples!

terça-feira, 19 de abril de 2011

SImples

O simples...
Hoje acordei desejando apenas um dia doce, regado a coisas simples, com prova de amor singela, verdadeira e plena.
Hoje eu quero o amor belo, terno e acolhedor. 
Quero amigos por perto, sorriso sincero e vontade de viver.
Eu quero terminar de ver a Era do Gelo com você ao meu lado, me fazendo ri da graça que aquilo tem.
Hoje quero apenas dizer que te amo e sinto tanta falta de você aqui pertinho..
Hoje quero o tempo passando depressa e trazendo você logo pra casa.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

s2


Na terra do coração passei o dia pensando - coração meu, meu coração. Pensei e pensei tanto que deixou de significar uma forma, um órgão, uma coisa. Ficou só com-cor, ação - repetido, invertido - ação, cor - sem sentido - couro, ação e não. Quis vê-lo, escapava. Batia e rebatia, escondido no peito. Então fechei os olhos, viajei. E como quem gira um caleidoscópio, vi:

Meu coração é um sapo rajado, viscoso e cansado, à espera do beijo prometido capaz de transformá-lo em príncipe.

Meu coração é um álbum de retratos tão antigos que suas faces mal se adivinham. Roídas de traça, amareladas de tempo, faces desfeitas, imóveis, cristalizadas em poses rígidas para o fotógrafo invisível. Este apertava os olhos quando sorria. Aquela tinha um jeito peculiar de inclinar a cabeça. Eu viro as folhas, o pó resta nos dedos, o vento sopra.

Meu coração é um mendigo mais faminto da rua mais miserável.Meu coração é um ideograma desenhado a tinta lavável em papel de seda onde caiu uma gota d’água. Olhado assim, de cima, pode ser Wu Wang, a Inocência. Mas tão manchado que talvez seja Ming I, o Obscurecimento da Luz. Ou qualquer um, ou qualquer outro: indecifrável.

Meu coração não tem forma, apenas som. Um noturno de Chopin (será o número 5?) em que Jim Morrison colocou uma letra falando em morte, desejo e desamparo, gravado por uma banda punk. Couro negro, prego e piano.


Meu coração é um bordel gótico em cujos quartos prostituem-se ninfetas decaídas, cafetões sensuais, deusas lésbicas, anões tarados, michês baratos, centauros gays e virgens loucas de todos os sexos.


Meu coração é um traço seco. Vertical, pós-moderno, coloridíssimo de neon, gravado em fundo preto. Puro artifício, definitivo.
 
Meu coração é um entardecer de verão, numa cidadezinha à beira-mar. A brisa sopra, saiu a primeira estrela. Há moças na janela, rapazes pela praça, tules violetas sobre os montes onde o sol se p6os. A lua cheia brotou do mar. Os apaixonados suspiram. E se apaixonam ainda mais.

Meu coração é um anjo de pedra de asa quebrada.

Meu coração é um bar de uma única mesa, debruçado sobre a qual um único bêbado bebe um único copo de bourbon, contemplado por um único garçom. Ao fundo, Tom Waits geme um único verso arranhado. Rouco, louco.Meu coração é um sorvete colorido de todas as cores, é saboroso de todos os sabores. Quem dele provar, será feliz para sempre.

Meu coração é uma sala inglesa com paredes cobertas por papel de florzinhas miúdas. Lareira acesa, poltronas fundas, macias, quadros com gramados verdes e casas pacíficas cobertas de hera. Sobre a renda branca da toalha de mesa, o chá repousa em porcelana da China. No livro aberto ao lado, alguém sublinhou um verso de Sylvia Plath: "Im too pure for you or anyone". Não há ninguém nessa sala de janelas fechadas.

Meu coração é um filme noir projetado num cinema de quinta categoria. A platéia joga pipoca na tela e vaia a história cheia de clichês.

Meu coração é um deserto nuclear varrido por ventos radiativos.

Meu coração é um cálice de cristal puríssimo transbordante de licor de strega. Flambado, dourado. Pode-se ter visões, anunciações, pressentimentos, ver rostos e paisagens dançando nessa chama azul de ouro.

Meu coração é o laboratório de um cientista louco varrido, criando sem parar Frankensteins monstruosos que sempre acabam destruindo tudo.

Meu coração é uma planta carnívora morta de fome. Meu coração é uma velha carpideira portuguesa, coberta de preto, cantando um fado lento e cheia de gemidos - ai de mim! ai, ai de mim!

Meu coração é um poço de mel, no centro de um jardim encantado, alimentando beija-flores que, depois de prová-lo, transformam-se magicamente em cavalos brancos alados que voam para longe, em direção à estrela Veja. Levam junto quem me ama, me levam junto também. Faquir involuntário, cascata de champanha, púrpura rosa do Cairo, sapato de sola furada, verso de Mário Quintana, vitrina vazia, navalha afiada, figo maduro, papel crepom, cão uivando pra lua, ruína, simulacro, varinha de incenso.

Acesa, aceso - vasto, vivo: meu coração é teu.

Caio Fernando Abreu

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Regada a Caio Fernando





"...Me ocorre, essa é outra coisa que poderia dizer de mim mesmo, quisesse ser preciso — além de cinza e longo —, tenho um quarto vazio por dentro. Pensando nisso, poderia quem sabe me sentir mais inteiro, como se à medida que fosse me apropriando de cada peça da casa, uma por uma, como quem finca uma bandeira em território novo, me tornasse também dono de novos territórios de mim mesmo. "