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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Bom dia lua...

Ainnnnnnn, um dia bom, passando a fase de tristeza, respirando um ar bom, hoje bati um papo com uma amiga que não falava a 1 ano, e alivia tanto deixar o passado no passado, as coisas que nos fazem mal pra trás, parece que deixamos um grande peso pra trás.
Hoje acordei querendo sorrir, tirei várias fotinhas, ainda não com o sorriso que eu queria, mas o sorriso tá melhorando e logo será aquele velho sorriso largo de sempreeeeeeeeeeee...=)
Não vou falar muito hoje, estou cansada, são 04:03, estou no leskut bestando, divulgando o grupo e coisas afins...
Deixo aqui meu beijinho carinhoso.

Bom dia!!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Pra frente é que se anda...


Mais uma madrugada sem sono, são agora 02:26 da manhã, não tenho muito o que dizer hoje, o dia anterior foi estranho, uma ferida magoada, mas que não chegou a doer, entende isso?
Eu acho que vou ficando mais forte a cada dia que passa, eu vou caminhando, o que vale sentir algo que não sente por você? Vale a sua sinceridade em sentir, mesmo que as pessoas não sintam da mesma forma, ou nem queiram sentir. Eu dou amizade, não preciso necessariamente colher o mesmo, assim como a compreensão, afeto, carinho, amor, etc.

Imaginar que tudo poderia ser diferente não impede que as mesmas coisas tenham acontecido, se não é pra ser, não é e PRONTO. Estou abrindo uma frestinha pra que a luz do sol possa novamente iluminar esse quarto escuro cujo meu coração se escondeu, aos poucos ele vai saindo e vendo a claridade que ainda vai ofuscando sua visão já acostumada com a escuridão, é como Darwin disse: Estamos sempre evoluindo, nos adaptando, e comigo não seria diferente.
A imagem é bem clara, caminhar é preciso, amadurecer, deixar passar e seguir em frente é o ponto de partida, cabeça erguida porque nada que fiz foi errado, porque agi com hombridade, certeza, fiz o que sou e o que acredito que seja, fui EU acima de todas as coisas, me doei, transferi grande parte de mim.
Para cima e avanteeeeeeeeeeeeee....=)

Bom dia!!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Pertenço?


Pertencer

Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.
Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética. É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
No entanto fui preparada para ser dada à luz de um modo tão bonito. Minha mãe já estava doente, e, por uma superstição bastante espalhada, acreditava-se que ter um filho curava uma mulher de uma doença. Então fui deliberadamente criada: com amor e esperança. Só que não curei minha mãe. E sinto até hoje essa carga de culpa: fizeram-me para uma missão determinada e eu falhei. Como se contassem comigo nas trincheiras de uma guerra e eu tivesse desertado. Sei que meus pais me perdoaram por eu ter nascido em vão e tê-los traído na grande esperança.
Mas eu, eu não me perdôo. Quereria que simplesmente se tivesse feito um milagre: eu nascer e curar minha mãe. Então, sim: eu teria pertencido a meu pai e a minha mãe. Eu nem podia confiar a alguém essa espécie de solidão de não pertencer porque, como desertor, eu tinha o segredo da fuga que por vergonha não podia ser conhecido.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver. Experimentei-o com a sede de quem está no deserto e bebe sôfrego os últimos goles de água de um cantil. E depois a sede volta e é no deserto mesmo que caminho!

Apenas um impulso...

Fiz algo meio que imaturo agora a pouco, mas desde quando seguir o coração é infantil? Não fiz mal a ninguém, apenas falei o que estava sentindo, desabafei sem ser ridícula, não pedi nada a ninguém, apenas apontei fatos e tirei do meu coração esse peso de não pode dizer o que penso. Agi por impulso, SIM, mas se não fosse assim não agiria. Acho que agora depois que pude dizer, eu possa seguir em frente, sabendo que fiz tudo que tava ao meu alcance, não foi uma derrota , eu não sei perder, foi um jogo limpo, eu fui a Amanda que sempre fui, e se não consegui, hoje sei que a culpa não foi minha.
Um dia me disseram: Amanda aceita, as vezes as pessoas não conseguem! Eu sei que eu fiz tudo que devia, fiz valer a pena e não me arrependo, corrir o risco e fui a luta, se eu não conseguir não foi por falta de competência, o erro não estava em mim, eu fui competente o bastante pra ir atrás do que acreditava.
Mais uma página se passa hoje em minha vida, mas uma batalha travada se termina, sem vencedores, sem perdedores, apenas aliados, porque eu apenas desejo o melhor a quem passa pela minha vida, vou me aliando pela felicidades daqueles que estímo, mesmo que "daqueles" não se aliem pelo mesmo fim.
Eu sou eu, não me envergonho do que sou, apenas me orgulho por ter um coração sincero e verdadeiro.

Boa noite a todos...

O Impulso - Clarice Lispector

Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se trata de intuição, mas de simples infantilidade. Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. Há um perigo: se reflito demais, deixo de agir. E muitas vezes prova-se depois que eu deveria ter agido. Estou num impasse. Quero melhorar e não sei como. Sob o impacto de um impulso, já fiz bem a algumas pessoas. E, às vezes, ter sido impulsiva me machuca muito. E mais: Nem sempre os meus impulsos são de boa origem. Vêm, por exemplo, da cólera. Essa cólera às vezes deveria ser desprezada; outras, como me disse uma amiga a meu respeito, são: cólera sagrada. Às vezes minha bondade é fraqueza, às vezes ela é benéfica a alguém ou a mim mesma. Às vezes restringir o impulso me anula e me deprime, às vezes restringi-lo dá-me uma sensação de força interna. Que farei então? Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei. (Clarice Lispector)

Guardando...

Tudo que posso dizer é que hoje eu estou meio down, vou melhorar com o tempo, passei o dia ouvindo essa música do Nando Reis com a Ana Canãs, muito lindo.
Agora tudo é muito fato que fantasia, agora as coisas são de verdade e não podem ser mudadas, que tudo corra bem, neam?
Ser forte e seguir em frente é tudo que precisamos, saber que tudo nem sempre tem só lado ruim, que mais na frente se consegue avistar o lado bom, mesmo que agora simplesmente pareça não haver.
Coraçãozinho sendo forte e cabeça tentando tomar o domínio da situação, Deus sabe de todas as coisas e quando é pra ser é, quando não, foi porque Ele não permitiu assim.
Tudo isso vai me fazer amadurecer, me tornar mais forte a cada dia, e aprender sempre um pouco mais da vida.
Vou guardar tudinho que tenho aqui pra usar na hora certa!

Boa noite!!

Pra Você Guardei o Amor

Nando Reis


Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir

Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir

Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar

Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar

Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar

Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar

Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Eu posso falar...

Essa vontade doida que tenho de gritar, de espantar essa sensação, esse sentimento de tristeza que vem tentando ser mais forte que eu, estamos em constante guerra, guerras travada todas as manhã quando eu me dou conta de tudo. Ser forte pra alguém como eu é simplesmente me sentir uma guerreira, olhar sempre o lado bom é tão dificil, até Jesus quando estava prestes a morrer viu o lado doloroso de tudo. Agora eu paro e penso, e porque eu não consigo entender? Porque eu lembro que tava tudo indo bem, e onde mesmo desandou??
Acredito que tudo apenas precisava de uma desculpa, uma grande e doida desculpa.
Grossuras...
Patadas...
Desculpas...
Desencontros...
Trocas...
Falta de Explicação...
Quem tá lendo isso agora não consegue entender nada do que estou dizendo, não é mesmo? Tudo que eu posso dizer é que simplesmente nada sei também, estou tentando desabafar algo por não conseguir entender onde eu pequei, hoje não importa mais, nem importa menos, acho que só pra mim que ainda importa, pra minha cabeça ainda importa, pro meu coração ainda importa...
"Por que tudo sempre tem que ter uma explicação?"
Porque sem explicação as pessoas ficam perdidas!!
Que egoísmo do CACETE esse, o que pensa que as pessoas são, até pra mover as peças do xadrez tem um porque, por que pra mim não pode haver??
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhrgggggggggg!! Quanto mais eu grito e mais eu choro, mais indignada eu me sinto por tudo aquilo que eu não sei e não posso entender.
Espero que Deus mostre tudo que você precisa ver, o quanto injusto, egoísta você tem sido, o quanto magoar as pessoas é doloroso, o quanto brincar com elas é desumano.
Você pode nunca chegar a ler essa postagem, mas fica aqui o meu desabafo, afinal o blog é como um diário, são momentos meus e que eu não abro mão.
Bom, vou indo, sem músicas ou textos hoje, ok??
Boa noite !!

domingo, 24 de janeiro de 2010

Eu tenho o direito de estar triste...


Pela primeira vez via alguém falar exatamente o que penso sobre estar triste, tenho o meu direito fundamental de não estar bem, de me sentir pra baixo, de chorar as minhas magoas e lavar a alma.

Viva o direito de não estar bem !! \o/


A TRISTEZA PERMITIDA (Marta Medeiros)




Se eu disser pra você que hoje acordei triste, que foi difícil sair da cama, mesmo sabendo que o sol estava se exibindo lá fora e o céu convidava para a farra de viver, mesmo sabendo que havia muitas providências a tomar, acordei triste e tive preguiça de cumprir os rituais que faço sem nem prestar atenção no que estou sentindo, como tomar banho, colocar uma roupa, ir pro computador, sair pra compras e reuniões – se eu disser que foi assim, o que você me diz? Se eu lhe disser que hoje não foi um dia como os outros, que não encontrei energia nem pra sentir culpa pela minha letargia, que hoje levantei devagar e tarde e que não tive vontade de nada, você vai reagir como? Você vai dizer “te anima” e me recomendar um antidepressivo, ou vai dizer que tem gente vivendo coisas muito mais graves do que eu (mesmo desconhecendo a razão da minha tristeza), vai dizer pra eu colocar uma roupa leve, ouvir uma música revigorante e voltar a ser aquela que sempre fui, velha de guerra. Você vai fazer isso porque gosta de mim, mas também porque é mais um que não tolera a tristeza: nem a minha, nem a sua, nem a de ninguém. Tristeza é considerada uma anomalia do humor, uma doença contagiosa, que é melhor eliminar desde o primeiro sintoma. Não sorriu hoje? Medicamento. Sentiu uma vontade de chorar à toa? Gravíssimo, telefone já para o seu psiquiatra. A verdade é que eu não acordei triste hoje, nem mesmo com uma suave melancolia, está tudo normal. Mas quando fico triste, também está tudo normal. Porque ficar triste é comum, é um sentimento tão legítimo quanto a alegria, é um registro de nossa sensibilidade, que ora gargalha em grupo, ora busca o silêncio e a solidão. Estar triste não é estar deprimido. Depressão é coisa muito séria, contínua e complexa. Estar triste é estar atento a si próprio, é estar desapontado com alguém, com vários ou consigo mesmo, é estar um pouco cansado de certas repetições, é descobrir-se frágil num dia qualquer, sem uma razão aparente – as razões têm essa mania de serem discretas. “Eu não sei o que meu corpo abriga/ nestas noites quentes de verão/ e não me importa que mil raios partam/ qualquer sentido vago da razão/ eu ando tão down...” Lembra da música? Cazuza ainda dizia, lá no meio dos versos, que pega mal sofrer. Pois é, pega mal. Melhor sair pra balada, melhor forçar um sorriso, melhor dizer que está tudo bem, melhor desamarrar a cara. “Não quero te ver triste assim”, sussurrava Roberto Carlos em meio a outra música. Todos cantam a tristeza, mas poucos a enfrentam de fato. Os esforços não são para compreendê-la, e sim para disfarçá-la, sufocá-la, ela que, humilde, só quer usufruir do seu direito de existir, de assegurar seu espaço nesta sociedade que exalta apenas o oba-oba e a verborragia, e que desconfia de quem está calado demais. Claro que é melhor ser alegre que ser triste (agora é Vinícius), mas melhor mesmo é ninguém privar você de sentir o que for. Em tempo: na maioria das vezes, é a gente mesmo que não se permite estar alguns degraus abaixo da euforia. Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip-hop, e nem pra isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de força e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, a gente sempre volta, anunciando o fim de mais uma dor – até que venha a próxima, normais que somos.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Tudo começa nesse exato momento...


Voltando pra o blog depois de longos tenebrosos dias, estou me recuperando de muitas coisas que aconteceram, cheguei de São Paulo tem 1 dia, agradecendo a Deus pelas coisas maravilhosas que vivi por lá, também pedindo conforto pelas eventualidades ocorridas, aquelas que a gente não pode evitar, neam??
Mas tudo é amadurecimento, experiência, e é assim que tem que ser visto.
Achei um texto lindo do Charlin Chaplin que tem muito a ver comigo nesse exato momento.


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava
no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima. Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é...Autenticidade. Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de... Amadurecimento. Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é... Respeito. Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama... Amor-próprio. Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é... Simplicidade. Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes. Hoje descobri a... Humildade. Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude. Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é... Saber viver!!! (Charles Chaplin)